1 ano de cinema
Coordenação: Philippe Barcinski
Professores e palestrantes: Philippe Barcinski, Heitor Dhalia, Marcelo Gomes, Vera Hamburger, Marco Del Fiol, Daniel Rezende, Laís Bodanzky, Antônio Pinto, Cléber Eduardo, Fabiano Gullane, Eduardo Santos Mendes, Francis Vogner dos Reis e professores a confirmar*.
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62 aulas | 186 horas
16 de março a 9 de dezembro (3ª e 5ª)
19h às 22h
15 vagas
Matrícula de R$ 450 + 9 parcelas de R$ 990
Veja os trabalhos realizados por alunos em edições anteriores
Mais profundo que um curso de curta duração e mais acessível que uma faculdade de Cinema, o curso 1 Ano de Cinema é uma excelente oportunidade para uma aproximação, ampla e profunda com o cinema na qual o aluno entrará em contato com os principais campos do pensar e do fazer cinema.
O curso é estruturado em aulas teóricas, sempre às terças-feiras, e atividades práticas, às quintas-feiras. Visando o atendimento individualizado, as atividades práticas são restritas a quinze alunos por turma.
Como diferenciais do curso destacam-se a participação de alguns dos mais importantes profissionais do cinema brasileiro contemporâneo e a agenda intensa de atividades práticas, com atendimento personalizado.
Assista ao vídeo com o coordernador Philippe Barcinski de 1 ano de cinema:
É voltado para estudantes, profissionais e interessados nas seguintes áreas: cinema e vídeo.
Curso prático e teórico
Material que o aluno deve levar para as aulas: câmeras de foto e vídeo (em ambos os casos é recomendado trazer o melhor equipamento disponível, porém quem não tiver o equipamento ideal pode trazer câmeras de baixa resolução e até celular), notebook (com ou sem software de edição) e materiais diversos que serão solicitados no decorrer do curso.
OBS: Em relação aos softwares quem já tiver um software de sua preferência pode usá-lo. Quem não tiver software de edição, recomendo iMovie para MacIntosh que já vem gratuito com a máquina e para PC o Sony Vegas que não é caro e atende as necessidades do curso. Em relação a software de gerenciamento de fotos recomendo iPhoto para Mac e Picasa para PC, ambos gratuitos.
Programação:
Palestra Inaugural
Heitor Dhalia
16 de março (3ª)
1 aula
Oficina Formação do Olhar
Marco Del Fiol
18 e 25 de março 1, 8, 15, 22 e 29 de abril (5ª)
7 aulas
Série intensa de exercícios audiovisuais individuais que propõem uma trajetória de descoberta do olhar de cada aluno. Cada aula é composta pela análise do exercício anterior e a proposição do exercício seguinte.
Aula a aula, os alunos evoluem em sua prática com os equipamentos e questionam as articularidades de seu próprio olhar.
História do Cinema (módulo aberto)
Cléber Eduardo
23 e 30 de março 6,13 e 20 de abril (3ª)
5 aulas
Módulo teórico que apresenta um panorama da história do cinema e aborda questões como a linguagem narrativa e sua formação, o contraponto à linguagem narrativa e as combinações de uma nova narrativa.
Introdução ao Roteiro (módulo aberto)
Philippe Barcinski
27 de abril 4 e 11 de maio (3ª)
3 aulas
Módulo teórico que apresenta um panorama do roteiro cinematográfico e aborda os princípios básicos de dramaturgia e de metodologia para a estruturação de um roteiro de cinema.
Prática de Roteiro
Philippe Barcinski
6 e 13 de maio (5ª)
2 aulas
Aulas práticas para desenvolvimento de roteiro.
Cinema Brasileiro (módulo aberto)
Francis Vogner dos Reis
18 e 25 de maio e 1° de junho (3ª)
3 aulas
Módulo teórico que apresenta um panorama da história do cinema brasileiro e aborda seus principais ciclos, até os dias de hoje.
Exercício Cinematográfico
Philippe Barcinski
20 e 27 de maio 10, 17 e 24 de junho (5ª)
5 aulas
Esse módulo é um desdobramento da Oficina de Formação do Olhar.
Em grupos de cerca de 5 alunos, a turma produzirá 3 vídeos com maior planejamento do que o módulo anterior. Em grupo, viabilizam-se produções um pouco mais complexas. Este módulo começa com a roteirização, segue pelo planejamento da gravação e encerra-se com a montagem e a análise do exercício pronto.
Linguagem Cinematográfica (módulo aberto)
Philippe Barcinski
8, 15 e 22 de junho (3ª)
3 aulas
Assim como para se escrever um texto é necessário o conhecimento da gramática da língua portuguesa, para se filmar, em lugar de palavras, há planos. Mas a noção de ritmo é a mesma. Há planos longos e planos curtos. Um diretor de cinema faz opções o tempo todo. Teleobjetiva ou grande angular? Steadicam ou câmera na mão? Plongê ou contra-plongê? Câmera objetiva ou subjetiva? Todas essas opções somam-se revelando um estilo. E até mesmo para se romper com a norma, é importante conhecê-la. O módulo analisará trechos de filmes como “Janela Indiscreta”, “O Silêncio dos Inocentes” e “Terra em Transe”, indicando e questionando opções estilísticas de seus autores e abordando os principais recursos da gramática cinematográfica.
Palestra de encerramento do 1° semestre
Marcelo Gomes
29 de junho (3ª)
1 aula
Análise dos trabalhos
Philippe Barcinski
1 aula
2° semestre:
Atividades práticas: seguindo a evolução da prática dos alunos, a turma escreverá, produzirá e finalizará dois curtas em HD. Haverá um acompanhamento mais aprofundado de cada etapa, assim como aulas técnicas de luz, câmera, som, montagem e finalização. A intenção, após o término do ano, é que o aluno, além da produção dos curtas, em classe, esteja apto a desenvolver seus projetos próprios com plena consciência de cada etapa da realização.
Atividades teóricas: ciclo de palestras com alguns dos principais profissionais do cinema brasileiro contemporâneo, compreendendo as diversas áreas do cinema: Roteiro, Direção de Atores, Fotografia, Direção de Arte, Documentário, Montagem, Edição de Som e Música. Cada palestra será pontuada pela exibição dos fragmentos dos filmes de cada palestrante, permitindo imediata visualização dos elementos tratados.
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PROFESSORES E PALESTRANTES:
Cineasta. Nasceu em 1969, em São Paulo. Montou importantes filmes como “Cidade de Deus”, de Fernando Meirelles (com o qual recebeu o prêmio BAFTA e uma indicação ao Oscar), “Diários de Motocicleta”, de Walter Salles, “Tropa de Elite”, de José Padilha, e “The Tree of Life”, de Terrence Malik.
Cineasta. Conquistou reconhecimento já em seu longa-metragem de estreia, “Bicho de Sete Cabeças”. O filme foi ganhador de diversos prêmios no Festival de Brasília de 2000 e no Festival de Biarritz em 2001. Em 2007, lançou “Chega de Saudade” que recebeu dois prêmios no Festival de Cinema de Brasília, incluindo melhor filme do júri popular. Seu próximo projeto chama-se “Mano”.
Francis Vogner dos Reis é jornalista, produtor e curador de mostras de cinema, professor de teoria, história e crítica de cinema. Escreve regularmente para a revista eletrônica Cinética (www.revistacinetica.com.br). Já colaborou para as revistas Paisá e Miradas del Cine e é colaborador das revistas Teorema e Foco Revista de Cinema.
Professor, pesquisador e sound designer. Leciona no curso superior de Audiovisual da ECA/SP. Trabalhou como sound designer nos filmes: “Antonia e Um Céu de Estrela” de Tata Amaral; ‘Contra Todos” de Roberto Moreira; “A Casa de Alice” de Chico Teixeira, “Corpo” de Rubens Recuala e Rossana Foglia e “No Meu Lugar” de Eduardo Valente.
Cineasta. Estudou cinema na Universidade de Bristol, Inglaterra. Em Recife, fundou a produtora Parabólica Brasil, que produziu seus curtas e vídeos em parceria com Adelina Pontual e Cláudio Assis (“Amarelo Manga”). Seu primeiro roteiro para cinema, “Maracatu, Maracatus” foi premiado no Festival de Brasília (Melhor Filme). Filmou “Clandestina Felicidade”, premiado como melhor curta no Festival de Gramado. Dirigiu diversos documentários para TV e colaborou para o roteiro de “Madame Satã” de Karim Aïnouz, com quem dirigiu a videoinstalação “Ah! Se a vida fosse sempre assim”, para a 26ª Bienal de São Paulo, 2004. O longa-metragem “Cinema, Aspirinas e Urubus” foi premiado na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes 2005; melhor filme do 29ª Mostra Internacional de São Paulo e melhor filme de 2005 pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Em 2007, em parceria com Karim Aïnouz, produziu “Viajo porque preciso, volto porque te amo”.
Diretora de arte e cenógrafa de cinema, teatro, dança e ópera. Formada em arquitetura pela USP. Realizou, entre outros, a direção de arte dos filmes “Ó pai, ó”, “Não por acaso”, “Cafundó”, “Deus é Brasileiro”, “Castelo Ra-tim-bum, O Filme” e da série de TV “Filhos do Carnaval”, além da cenografia do filme “Carandiru”. Recentemente foi diretora de arte do filme “Salve Geral” de Sérgio Rezende.
Diretor, câmera, editor e finalizador. Especializou-se em documentários realizados com o mínimo de equipe e equipamento. Realizou trabalhos para a MTV Brasil, Associação Cultural Videobrasil, Canal Futura e Centre Pompidou.
Produtor de filmes e sócio da produtora Gullane Filmes. Formado pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP, se destaca na produção de longas desde 1996. Participou da produção dos filmes “Os matadores” (1996) e “Ação entre amigos/’ (1998), de Beto Brant; “Kenoma” (1997) e “Narradores de Javé” (2003), de Eliane Caffé; “Dois Córregos” (1998), de Carlos Reichenbach, “Através da janela” (1999), de Tata Amaral, “Castelo Rá-Tim-Bum, O Filme” (1999), de Cao Hamburguer, “Durval Discos’ (2002), de Anna Muylaert, ‘Bicho de 7 cabeças” (2000). Na televisão, fez a produção executiva da minissérie ‘Carandiru – Outras histórias” (2005). Produziu “O ano em que meus pais saíram de férias”, (2006) de Cao Hamburguer, “O mundo em duas voltas” (2007), de David Schürman, “Querô” (2007), de Carlos Cortez, “O Magnata”(2007), de Johnny Araújo, e Chega de saudade (2007), de Laís Bodanzky. Em 2008, “O ano em que meus pais saíram de férias” e Encarnação do demônio, de José Mojica Marins, e as co-produções Birdwatchers, do italiano Marco Bechis, e Plastic City, do chinês Yu Lik-wai, estes três filmes foram selecionados para o Festival de Veneza de 2008.
Fez as trilhas sonoras de filmes como “Central do Brasil” e “Cidade de Deus”, além de filmes americanos como “Senhor da Guerra” (com Nicolas Cage) e “Perfect Stranger” (com Bruce Willis e Halle Berry).
Crítico, professor, diretor e curador. Atuou como jornalista e crítico no jornal Diário Popular e na revista Época, e foi redator da Contracampo. Curador da Mostra de Tiradentes nos anos de 2007 e 2008. É diretor, roteirista e montador do curta “Almas Passantes” (2008, co-dirigido com Ilana Feldman). Filmou em 2008 o média “Juventino da Mooca”(com o coletivo Na Marra, produção independente) e o curta “Rosa e Benjamin”(com Ilana Feldman).
Cineasta. Diretor de cinema, televisão e publicidade e roteirista. Seus trabalhos no cinema receberam mais de 60 prêmios nacionais e internacionais, como os recebidos pelos curtas “Palíndromo” (2002) e “Janela Aberta” (2001), participado de importantes festivais como Cannes e Berlim. Em 2007, dirigiu seu primeiro longa-metragem, “Não Por Acaso”, com Rodrigo Santoro e Leonardo Medeiros. Na televisão, dirigiu séries para Globo, MTV, TV Cultura e ARTE.


