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Visões da arquitetura e da cidade

Visões da arquitetura e da cidade
O curso propõe um panorama da arquitetura em diferentes épocas, abordando conceitos arquitetônicos, os principais arquitetos e as características de cada período. Serão discutidas questões como: as razões pelas quais vivemos em cidades, definição de arquitetura, definição de um projeto. Abrange também a reflexão de temas como a arquitetura clássica; a cidade medieval; a subjetividade barroca; a cidade industrial; a indústria da guerra e a arte popular.

Cursos

Programação

11 de março/12 de março
Por que vivemos em cidades?
Para respondermos a esta questão voltaremos ao início do processo de Urbanização, cerca de 3.000 AC, comparando-o com a Cidade contemporânea e seus problemas e potencialidades. Introdução ao conceito de Urbanismo.

18 de março/19 de março
O que é Arquitetura?
Partindo de Vitrúvio analisaremos várias obras ao longo da história, verificando seus aspectos formais, construtivos, funcionais, simbólicos, etc.

25 de março/26 de março
O que é projeto?
Entender a metodologia de trabalho utilizada por arquitetos e urbanistas é fundamental para a sua compreensão. Para tanto iremos ao momento em que Bruneleschi define uma nova maneira de pensar e fazer a arquitetura. Uma revolução que chegou mesmo a afetar outros campos das artes.

1º de abril/2 de abril
Arquitetura Clássica I
A cultura greco-romana foi um modelo em diversos momentos da história do ocidente. A aula propõe o estudo destes períodos desde os originais greco-romanos, passando pelos seus ressurgimentos: renascimento, neoclassicismo, ecletismo, pós-modernismo, etc.

8 de abril/9 de abril
A Arquitetura e a Cidade Medievais
O vasto período entre a derrocada do Império Romano e o Renascimento Italiano caracterizou-se pelo surgimento de uma arte que gradualmente vai se afastando dos modelos clássicos, até o aparecimento do Gótico.

15 de abril/16 de abril
A subjetividade barroca
Em contraponto à objetividade clássica, o Barroco será o momento no qual a subjetividade do artista ganha importância. Este processo acaba gerando distorções nos modelos clássicos.

22 de abril/23 de abril
Arquitetura e Cidade Industrial
O surgimento da Indústria trouxe para a arquitetura uma série de questões. Ao mesmo tempo, as cidades européias passam por transformações que mudariam para sempre as suas fisionomias. Ao longo do século XIX as cidades européias se adaptam à nova realidade, que também permite o surgimento de uma arquitetura referenciada ao passado: o Ecletismo.

29 de abril/30 de abril
A negação da Indústria
A industrialização gerou um espaço caótico e afetou o equilíbrio entre arte e técnica. Era natural o aparecimento de vários movimentos que buscavam negar a legitimidade deste processo, propondo soluções de cunho saudosista.

6 de maio/7 de maio
A Sagração da Indústria
Ao mesmo tempo havia uma corrente artística que via na ampliação da industrialização a solução para as questões levantadas pela própria indústria.

13 de maio/14 de maio
Quem somos?
Na América Latina, em especial no Brasil, o início do século XX é marcado pela tímida industrialização. A grande pergunta era sobre nossa própria essência.

20 de maio/21 de maio
A Indústria da Guerra
Os acontecimentos da II Guerra Mundial levam ao questionamento da louvação da era maquinista. Esse processo de revisão acaba se mostrando muito potente.

27 de maio/28 de maio
A Arte Popular
A ascensão norte-americana facilita a valorização da arte popular. Este fato foi mais destacado inicialmente na música, mas acabou influindo na arquitetura, especialmente no que ficou conhecido como Pós-Modernismo.

3 de junho/4 de junho
Arquitetura e espetáculo
No final dos anos 70, o edifício do Centro Cultural Georges Pompidou, em Paris, se transforma em paradigma de intervenção urbana, através da exploração da arquitetura como vetor de renovação da cidade.

10 de junho/11 de junho
Arquitetura da Pluralidade
O final do século XX se caracteriza por uma vasta gama de experiências, talvez por vivermos uma época de transição.

17 de junho/18 de junho

24 de junho/25 de junho

Viveremos em cidades?

A dispersão das cidades é cada vez mais intensa. O uso de transporte individualizado alterou o desenho das cidades, tornando-as mais espraiadas.
Ações do documento