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Solange Farkas

Curadora e diretora da Associação Cultural Videobrasil. Criou o Festival Internacional de Arte Contemporânea SESC_Videobrasil, evento de que é também curadora-geral e que se tornou referência para a produção artística do Sul geopolítico do mundo (África, América Latina, Leste Europeu, Oriente Médio, parte da Ásia e Oceania), além de ter trazido nomes de peso da arte internacional, como Akram Zaatari, Bill Biola, Gary Hill, Peter Greenaway, Marina Abramovic, Olafur Eliasson e Walid Raad. Ao lado das mostras promovidas durante as edições do Festival, também é responsável por exposições como as de Sophie Calle, Cuide de Você (2009), e Joseph Beuys – A Revolução Somos Nós (2010-11). Em 2012, Farkas assina a curadoria da exposição do britânico Isaac Julien, com um panorama de duas décadas de produção, a ser exibida no SESC Pompeia, em São Paulo. Como curadora convidada, participou da 10ª Bienal de Charjah (Emirados Árabes Unidos, 2011), 16ª Bienal de Cerveira (Portugal, 2011) e do 5º Videozone: International Video Art Biennial (Israel, 2010). Entre os destaques de seus 25 anos de carreira como curadora, estão exposições como a Mostra Pan-Africana de Arte Contemporânea (Salvador, 2005); La Mirada Discreta: Marcel Odenbach & Robert Cahen (Buenos Aires, 2006); Roteiro Amarrado (CCBB Rio de Janeiro, 2010); Suspensão e Fluidez (ARCO, Madri, 2007), em torno da obra do artista brasileiro Eder Santos; e Mostra Africana de Arte Contemporânea (2000), em parceria com Klive Kellner, com artistas como Willian Kentridge, Zwelethu Mthethwa, Sue Williamson, Oladele Ajiboye Bamgboye e Kendell Geers. Diretora e curadora-chefe do Museu de Arte Moderna da Bahia de 2007 a 2010, realizou na instituição exposições de artistas como Bob Wolfenson, Carlito Carvalhosa, Claudia Andujar, Chelpa Ferro, Daniel Senise, Tatiana Blass, Thomaz Farkas, e Mario Cravo Neto.

 

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