A Escola São Paulo selecionou uma série de palestras da sua programação, em que profissionais renomados e atuantes em diversos setores da Economia Criativa compartilham suas experiências, processos de trabalho e criação.
Nas áreas de Cinema, Design, Fotografia, Artes Visuais e Arquitetura, as palestras selecionadas possibilitam que iniciados e aspirantes conheçam mais sobre diversos assuntos abordados nas áreas de seu interesse.
A Escola São Paulo é uma empresa que forma pessoas para os mais diversos setores da Economia Criativa, saiba por que e como.
O conceito de Economia Criativa discutido atualmente, nasceu na Austrália no início da década de 90 e ganhou impulso quando o governo inglês no fim da mesma década, promoveu de forma estruturada um plano de desenvolvimento estratégico para 13 setores da chamada Economia Criativa.
Esses 13 setores na conceituação Inglesa são:
1) Propaganda 2) Arquitetura 3) Artes e Antiguidades 4) Artesanato 5) Design 6) Moda 7) Cinema e Vídeo 8) Música 9) Artes Cênicas (Performing Arts – inclui Dança, circo e etc) 10) Editoração (Revistas, Livros, Jornais, Web) 11) Softwares de lazer 12) Rádio 13) TV
O termo “creative” e não “cultural”, escolhido pelos ingleses, procura ser abrangente, englobando a capacidade da dimensão cultural transbordar para o mundo dos negócios através dos setores criativos conceituados.
Note-se que há setores com essência eminentemente cultural e setores que se desenvolvem como negócios e indústrias. Esses setores também se entrelaçam entre si.
A produção cultural vira negócio, renda e emprego. Transforma-se também no insumo de diversas indústrias bem estabelecidas no mundo, como por exemplo a do Cinema e a da Moda.
Além de gerar empregos qualificados e renda, os setores criativos tem a capacidade de irradiar benefícios para outros setores da economia. Um exemplo claro disso é o desenvolvimento do Design, que é essencial para a fabricação de bons produtos e o aumento de competitividade de todos os demais setores das indústrias “tradicionais”. Além a dinamização da Economia Criativa gera efeitos benéficos na Indústria do Turismo.
A partir da conceituação inglesa, um amplo debate conceitual e metodológico se desenvolveu. Até hoje evolui e se espalha pelo mundo.
Apesar das diferenças metodológicas de medição estatística e das discussões conceituais, cresce a cada dia o reconhecimento de que a criatividade e os setores criativos tem um papel fundamental no desenvolvimento da competitividade econômica de um país.
Estima-se que cerca de 10% do PIB e 8% do emprego nos Estados Unidos estejam ligados às atividades da Economia Criativa. Estima-se ainda que a Economia Criativa e o seu conjunto de setores, componham a terceira maior Indústria do mundo, atrás apenas da Indústria do Petróleo e da Indústria de Armamentos.
Calcula-se que no Brasil, a chamada Economia Criativa fature 380 bilhões de reais por ano ou o equivalente a 16,4% do PIB em áreas como arquitetura, cinema, moda, design, cultura popular, turismo e artesanato.
O crescente debate mundial e a importância econômica percebida, fez com que o Ministério da Cultura no Brasil criasse no final de 2010 a Secretaria da Economia Criativa.
O Brasil entretanto, está longe de aproveitar todo o potencial criativo de seus cidadãos.
Com essa percepção, a Escola São Paulo, afirma-se como uma empresa fundamental no processo de formação de pessoas para o trabalho no campo da Economia Criativa, oferecendo os melhores cursos em: Moda, Cinema, Design, Fotografia, Arquitetura, Mídias, Música, Artes Cênicas e outras.
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